CASE / CONCLUÍDO

FLUP · Festa Literária das Periferias / 2018

FLUP 2018

Gerência de comunicação e estratégia digital da FLUP 2018: planejamento, gestão de inscritos e comunidade, cobertura em tempo real, stories, transmissões e Rio Poetry Slam.

A comunicação também precisava ser encontro.

Em 2018, assumi a coordenação de comunicação da FLUP, Festa Literária das Periferias, com o desafio de transformar seis dias de programação em uma experiência capaz de informar, mobilizar e conectar públicos antes, durante e depois do evento.

Pulseira da FLUP 2018
Identidade e presença no evento

Da estratégia à cobertura em tempo real

A sétima edição aconteceu de 6 a 11 de novembro de 2018, na Biblioteca Parque Estadual, no Rio de Janeiro. O escopo reuniu planejamento estratégico, gestão de comunidades, organização dos inscritos, cobertura, stories e transmissões ao vivo.

Uma festa criada para colocar as vozes das periferias no centro não poderia terminar no palco.

O desafio

Comunicar a FLUP exigia mais do que anunciar atrações. Era preciso fazer com que o acontecimento físico também existisse para a comunidade digital. Em seis dias, programação, convidados, público, inscritos e conteúdo precisavam operar no mesmo ritmo, sem perder clareza, contexto ou identidade.

  • Orientação de participantes e inscritos
  • Respostas a dúvidas e mudanças
  • Divulgação de horários e atrações
  • Articulação com convidados e produção
  • Publicação de conteúdo em tempo real
  • Preservação dos momentos relevantes
Bastidores da FLUP 2018
A operação acontecia junto com o festival

Estratégia ligada à execução

Atuei como gerente de comunicação da FLUP 2018, conduzindo a estratégia digital e acompanhando presencialmente a operação durante toda a realização do festival. O trabalho conectava planejamento, conteúdo, comunidade e execução. Exigia organização, priorização e capacidade de responder às demandas de um evento ao vivo.

Responsabilidades

  • Planejamento e gestão da estratégia digital
  • Coordenação da equipe de comunicação
  • Organização de pautas e fluxos
  • Gestão de comunidades e das informações dos inscritos
  • Articulação com produção e parceiros
  • Acompanhamento presencial e validação de conteúdos
  • Cobertura de mesas, entrevistas e bastidores
  • Atuação como storymaker e acompanhamento das transmissões ao vivo
  • Comunicação do Rio Poetry Slam
Programação visual da FLUP 2018
A programação precisava circular com clareza

A experiência começa antes da entrada

A gestão dos inscritos envolvia organizar informações, acompanhar dúvidas, orientar participantes e garantir que comunicações importantes chegassem às pessoas certas. Nas mídias sociais, a gestão de comunidades mantinha os públicos informados e mobilizados. Horários, atrações, chamadas e mudanças precisavam circular com rapidez, clareza e linguagem alinhada à identidade da FLUP.

Mais do que publicar, o objetivo era sustentar o relacionamento entre o evento e sua comunidade.

A cobertura como narrativa

Durante os seis dias, acompanhei presencialmente debates, falas, apresentações, encontros e acontecimentos espontâneos como storymaker. A cobertura não era um simples registro. Cada sequência precisava contextualizar o acontecimento, identificar participantes, convidar o público a acompanhar e conectar uma atividade à seguinte.

Registro de cobertura da FLUP
O conteúdo nascia enquanto o evento acontecia
Story da FLUP com Djamila Ribeiro
O Instagram como extensão do festival

Quem não estava na Biblioteca Parque também podia acompanhar os principais momentos e participar da experiência digital.

Entrevistas e bastidores

Além das atividades de palco, acompanhei entrevistas, movimentações de convidados e momentos de preparação. A operação exigia agilidade e adaptação. Nem tudo poderia ser previsto: era preciso identificar histórias relevantes enquanto aconteciam e transformá-las rapidamente em conteúdo.

Poeta em apresentação na FLUP
Presença e critério editorial

Rio Poetry Slam

Dentro da programação da FLUP, o Rio Poetry Slam reuniu performances de poesia autoral diante do público e de um júri. Ao contrário de uma batalha de rima improvisada, o poetry slam é uma competição de performance poética com textos previamente criados pelas pessoas participantes.

Apresentação do Rio Poetry Slam 2018
A segunda narrativa do festival

Acompanhamento até o resultado

Cada etapa do campeonato precisava fazer parte de uma história maior. Atuei na cobertura digital e no acompanhamento das transmissões ao vivo, registrando performances, contextualizando participantes e publicando enquanto a competição avançava. Stories e transmissões ampliaram a experiência para além do espaço físico, permitindo que a poesia falada circulasse entre públicos e territórios.

Registro do Rio Poetry Slam 2018
A narrativa acompanhou eliminatórias, semifinais e final

Dar um rosto à memória

A edição homenageou Maria Firmina dos Reis, primeira romancista negra brasileira, e Martinho da Vila, que completava 80 anos. A FLUP nasceu para colocar as periferias no centro da produção literária brasileira e se consolidou como plataforma de formação, publicação, educação, mobilização social e visibilidade para autores e autoras historicamente afastados dos circuitos culturais tradicionais.

A homenagem propunha ampliar a circulação da história de Maria Firmina e conectar memória, identidade cultural e experiência de marca.

Ativação cultural da FLUP com a cerveja Maria Firmina
Memória traduzida em experiência

Quando a ação vira notícia

Em parceria com a Cervejaria Trópica, foi criada uma edição especial da cerveja Maria Firmina para a FLUP 2018. A ativação deu materialidade à homenagem e conectou história, identidade cultural e experiência de marca.

Registro de repercussão da FLUP 2018
A relevância continua circulando

Seis dias. Uma narrativa contínua.

A estratégia conectou inscritos, público presencial, comunidade digital, convidados, parceiros e diferentes frentes de produção. A cobertura transformou a programação do festival em uma narrativa acompanhada ao longo de toda a realização do evento.

  • Cobertura digital durante os seis dias do festival
  • Comunicação de programação com mais de 80 participantes
  • Acompanhamento de 13 mesas e encontros principais
  • Gestão de informações e demandas dos inscritos
  • Conteúdo de mesas, entrevistas, apresentações e bastidores
  • Cobertura das sete etapas do Rio Poetry Slam
  • Comunicação do campeonato com 16 poetas internacionais
  • Stories, transmissões ao vivo e divulgação de ativações culturais

Nota de contexto: os números de seis dias, mais de 80 participantes, 13 mesas, sete etapas e 16 poetas dizem respeito às atividades acompanhadas no escopo do case de 2018. Aproximadamente 500 autores e mais de 100 mil pessoas representam a trajetória acumulada do festival até 2018, não métricas exclusivas daquela edição.

Assistir ao registro no YouTube ↗

Fazer cada voz chegar mais longe.

Do planejamento à cobertura, da gestão dos inscritos ao relacionamento com a comunidade, das mesas literárias às transmissões do Rio Poetry Slam, a comunicação foi construída enquanto o festival acontecia.

Não era apenas registrar seis dias de programação. Era transformar um festival inteiro em encontro, presença e memória.

Nalu Valentim · Gerência de Comunicação e Estratégia Digital

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